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VIOLÊNCIA - 02/07/2018

Sumida há uma semana, advogada do DF é achada morta em Florianópolis

Sumida há uma semana, advogada do DF é achada morta em Florianópolis

A advogada Aline Stela Xavier Ázara, 37 anos, foi encontrada morta em um hostel de Florianópolis (SC). A família se dirige para a capital catarinense na tarde desta segunda-feira (2/7). Aline tinha sido vista pela última vez ao sair de casa, em Sobradinho, com destino ao Fórum de Brasília, no dia 25 de junho.

A família dela registrou o caso na 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho), na terça-feira (26), um dia após o sumiço. Os policiais deram início às investigações e passaram a trabalhar em conjunto com a Delegacia de Repressão a Sequestros (DRS). A advogada sofria de depressão.

Na sexta-feira (29), um registro de passagem da mulher por uma unidade de saúde de Sobradinho trouxe esperança para a família. Uma imagem com o possível cadastro de Aline circulou em grupos de WhatsApp, mas era falsa.

Na quarta-feira (27), o namorado da advogada, Marcelo Augusto dos Santos Amorim, recebeu mensagem de uma moradora de Santa Maria dizendo que viu uma mulher com aparência semelhante à de Aline na cidade. A informação também não foi confirmada.

Uma outra pista foram imagens do circuito de câmeras da agência da Caixa Econômica Federal em Sobradinho. Os vídeos mostravam a advogada sacando dinheiro na segunda (25), logo após ter saído da residência. Segundo relatos, ao lado do veículo dela, havia um carro com três homens. A polícia, porém, não encontrou vestígios de que a moça tenha sido alvo de um crime.

O sumiço
Após almoçar com a mãe, Irene Xavier da Silva Ázara, 59, em casa, a advogada seguiu rumo ao Fórum de Brasília. Segundo ela, a filha esqueceu a blusa de frio, retornou e saiu novamente em seu carro. Do fórum, ela seguiria para um cursinho na 607 Sul, mas desapareceu.

 

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REPRODUÇÃO

Desde o dia 25 de junho, as mensagens enviadas para Aline por um aplicativo não foram visualizadas. A mãe estava apreensiva, mas confiante de que ela seria localizada. Nesta segunda (2), Irene confirmou em uma rede social que a filha foi achada morta. Não se sabe ainda quais as circunstâncias. Apenas que estava em um hostel na capital catarinense.

Em entrevista recente ao Metrópoles, a mãe disse que Aline havia voltado a morar com ela em setembro do ano passado, por motivos de saúde, e o relacionamento com a filha era bom. “Ela estava muito doente, com síndrome do pânico e sofrendo de ansiedade. Veio ficar aqui em casa e estava bem atualmente”, relatou.

Nesta segunda (2), ainda sem saber que a jovem estava morta, a família espalhou cartazes com a foto de Aline em diversas cidades do Distrito Federal e Entorno. Os parentes também pediram que a polícia quebrasse o sigilo telefônico da advogada para tentar achar pistas de seu paradeiro.

O presidente da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF), Márcio de Souza Oliveira, responsável pela comissão que acompanhava o caso, disse que o pai de Aline informou sobre a morte da jovem. “A OAB de Santa Catarina está à disposição da família para prestar assistência naquele estado”, disse. METRÓPOLES

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